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ACE2 indica terapia promissora e funciona como biomarcador no câncer renal


O carcinoma de células renais (CCR) é o mais comum dos cânceres renais (80% de células claras). Atualmente, os tratamentos para a doença incluem os inibidores do fator de crescimento endotelial vascular (VEGF) e inibidores de ponto de verificação imunológica (anti-PD-L1). Entretanto, os resultados dessa terapêutica são pobres, principalmente pelo desenvolvimento de resistência aos inibidores de VEGF após uma mediana de 1 ano. Com isso, a taxa de sobrevivência em 5 anos do CCR metastático gira em torno de 12%.


Certos de que esses números precisam ser melhorados, pesquisadores da Harvard Medical School e da University College Cork juntaram esforços para melhor entender a biologia do CCR. O sequenciamento de 533 tumores CCR evidenciou uma relação entre a expressão da enzima de conversão da angiotensina 2 (ACE2) e melhor sobrevida, além de resultados inversos com a utilização de inibidores de VEGF.


Após validação da observação em modelos animais, os pesquisadores comprovaram que a adição à terapia padrão de um derivado da ACE2 pode melhorar sensivelmente os resultados em tumores CCR.


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