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Antimalárico pode ser reaproveitado no tratamento do câncer de cabeça e pescoço


O câncer de cabeça e pescoço (CCP) compreende um grupo heterogêneo de neoplasias que o coloca como o quinto em incidência no Brasil entre homens e mulheres.


O Instituto Nacional do Câncer (INCA) elenca cavidade oral, laringe e tireoide como os sítios de maior acometimento do CCP, sendo o tabagismo e o consumo de álcool os principais fatores de risco.


O tratamento do CCP inclui a cirurgia, a radioterapia e a quimioterapia. Infelizmente, muitos tumores são diagnosticados em estágio avançado, limitando o benefício ou mesmo a viabilidade da cirurgia.


Além disso, esses tumores frequentemente evoluem com resistência à cisplatina, principal quimioterápico utilizado.


A novidade é que pesquisadores da Universidade de Pittsburgh afirmam que um antigo fármaco antimalárico pode ser reaproveitado para reduzir a resistência do CCP à cisplatina.


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