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Aproveitar a plasticidade cerebral pode ser uma estratégia contra a epilepsia


Algum tipo de epilepsia atinge até 1% dos seres humanos. Os anticonvulsivantes disponíveis são capazes de prover o controle das crises em apenas 65% dos pacientes.


Para os demais, a remoção cirúrgica do foco epileptogênico, que é o procedimento de cura mais radical para a condição, pode ser necessária.


Nesse contexto, a grande novidade é o conceito proposto por um grupo de pesquisadores da Universidade de Tohoku segundo o qual seria possível prevenir a ocorrência de convulsões sem a utilização de medicações.


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