Buscar

Biópsia líquida pode mudar paradigmas no câncer de bexiga


O principal tratamento para o câncer de bexiga é a cirurgia. No entanto, não é raro que o procedimento deixe algumas células cancerígenas no local e o câncer volte a recorrer. Um tratamento complementar nesse tipo de caso é a imunoterapia com atezolizumabe, porém esse tipo de tratamento também tem efeitos colaterais.


Sendo assim, como otimizar o tratamento do câncer de bexiga, escolhendo corretamente os pacientes que vão se beneficiar do complemento da imunoterapia?


Essa é a resposta que um trabalho de pesquisadores da Queen Mary University of London e do Bart Cancer Institute pretenderam dar com um estudo recentemente publicado. O estudo em pacientes portadores de câncer vesical credenciou o marcador estudado como relevante para detectar doença residual e indicar resposta à imunoterapia.



Quer saber mais?


Baixe o app e acesse o material completo com link do artigo, além de canais de notícias, eventos e muito mais!


Baixe aqui AppStore


Baixe aqui Google Play

4 visualizações