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Desenvolvida estratégia para aproveitar potencial analgésico da cannabis


O campo do combate à dor é bastante carente de alternativas, uma vez que conta com grande variedade de opções para o tratamento de dores leves, mas o tratamento de dores mais severas e crônicas fatalmente cai na necessidade de uso dos opioides, com seu perfil de segurança inadequado e potencial de dependência.


Estudos mostraram que derivados de cannabis são eficazes no tratamento de dores crônicas e severas, como as relacionadas à artrite reumatoide e ao câncer. Infelizmente, a utilização dos derivados de cannabis é limitada devido a efeitos colaterais na cognição, como a perda de memória. Com a ideia de satisfazer a necessidade urgente de opções de analgésicos eficazes e com perfil de segurança adequada, pesquisadores da Universidade Pompeu Fabra e colegas da Universidade de Lisboa mergulharam na farmacologia do derivado canábico tetrahidrocanabinol (THC), componente psicoativo da Cannabis sativa.


Utilizando simulações de dinâmica molecular, os pesquisadores aperfeiçoaram um conceito bioquímico anteriormente ineficiente e projetaram um peptídeo administrado por via oral que foi capaz de preservar o efeito analgésico do THC ao mesmo tempo em que preserva a memória em modelos animais.



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