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Dieta rica em alimentos ultraprocessados aumenta a morbimortalidade cardiovascular


Alimentos ultraprocessados respondem por 58% da dieta dos americanos. A partir desta preocupação, um grupo de pesquisadores da Escola de Saúde Pública da Universidade de Nova York conduziu um amplo estudo prospectivo observacional com o objetivo de verificar o efeito do maior consumo de alimentos ultraprocessados sobre o risco de morbimortalidade cardiovascular.


O artigo da equipe no Journal of American College of Cardiology conta que o estudo reuniu dados de 3003 adultos sem doença cardiovascular no início do estudo e com dados alimentares válidos (média de idade = 53,5 anos). Durante o acompanhamento, dados dietéticos foram colhidos quadrienalmente por meio de questionários. Os desfechos pesquisados foram o diagnóstico incidente de doença cardiovascular (DCV) geral, grave e coronária e a ocorrência de mortes a elas relacionadas.


Os resultados da equipe relacionaram o maior consumo de ultraprocessados com o aumento da incidência dos desfechos e esse aumento foi proporcional ao maior consumo de ultraprocessados acima da média dos participantes. Os dados reforçam o papel de uma dieta saudável como principal fator modificável da morbimortalidade cardiovascular.


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