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Acetilcolina ajuda o cérebro a diferenciar sons em meio a ruídos


Imagine a dificuldade de conversar com alguém em um ambiente barulhento. Em uma situação que seria caótica e sobrecarregaria nossos circuitos neurais, o cérebro consegue se adaptar para filtrar quais estímulos sonoros são importantes e o que é apenas ruído, de forma a que possamos nos concentrar na conversa.


Agora, pesquisadores da Lehigh University (Pensilvânia) descobriram entradas de acetilcolina modulam a atividade neural, ajudando a processar esses diferentes tipos de sinal sonoro. O artigo da equipe no periódico conta que o estudo da equipe foi conduzido utilizando o gerbil como modelo animal. Manipulações farmacológicas em tecido cerebral mapeado por traçadores retrógrados permitiram estabelecer os neurônios do núcleo medial do corpo trapezoidal (MNTB) com parte de um intrincado circuito neural em que a modulação colinérgica é crítica para inibir estímulos de ruídos e permitir a identificação de tons como a fala.


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