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Estudo para tratamento após infarto do miocárdio tem resultados promissores


Após um infarto agudo do miocárdio (IAM), uma porção variável das células cardíacas é perdida. Em seu lugar, uma resposta inflamatória age para formar tecido fibrótico que não possui atividade miocontrátil. Se a porção de cardiomiócitos perdidos supera determinado limite, o coração começa a demonstrar sinais de prejuízo em sua função como bomba. Isso ocorrendo de forma aguda ou crônica (IAMs repetidos), a consequência é a insuficiência cardíaca, uma das principais causas de morte no mundo.


Os tratamentos atualmente disponíveis para IAM visam o restabelecimento do fluxo sanguíneo na região, limitando o dano, mas não interferem no processo de remodelação cardíaca disfuncional. A novidade é que pesquisadores do Baylor College of Medicine anunciaram resultados animadores com o tratamento de modelos murinos com o MCB-613, uma molécula estimuladora de um coativador de receptor de esteroide (SRC-3). Nos animais, o tratamento direcionou a remodelação para um perfil regenerativo e de supressão da resposta inflamatória.


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