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Estudo sugere que perfil de ácidos graxos pode prever diabetes gestacional


O diabetes mellitus gestacional (DMG) é uma condição intercorrente na gravidez em que surge resistência à insulina. O DMG concorre para uma série resultados perinatais adversos.


Muitos fatores de risco, sendo a obesidade o principal, sugerem um perfil de risco para a doença, mas, na prática, o diagnóstico é feito a partir de 26 semanas com o teste de tolerância oral à glicose. Sendo assim, métodos que permitam um diagnóstico mais precoce da condição certamente teriam repercussão positiva sobre os resultados.


A novidade é um estudo de pesquisadores do Imperial College London sugerindo que o perfil de ácidos graxos poliinsaturados (PUFA) pode se tornar uma ferramenta de diagnóstico precoce do DMG. Segundo os autores, a obesidade gera inflamação crônica e os PUFA são tradicionalmente reconhecidos por sua ação antiinflamatória. Nesse contexto, estudo recentes relacionam essas moléculas com a sensibilização à insulina e a regulação positiva da adiponectina. Em função disso, os pesquisadores decidiram investigar se existe biomarcador evidente no perfil de PUFA das gestantes com DMG. No estudo com 300 gestantes, a equipe evidenciou um perfil de PUFA marcadamente diferenciado para as pacientes DMG em relação ao grupo controle..


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