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Identificada via molecular ligada à prosperidade neuronal


A maior parte das principais doenças neurodegenerativas possui em sua gênese uma lesão axonal que termina por desencadear a morte do neurônio. Para que a doença não continuasse seu caminho, dois processos deveriam ocorrer. Inicialmente, seria necessário que o neurônio conseguisse sobreviver e, posteriormente, que fosse capaz de promover a regeneração do axônio, o que restabeleceria sua função.


Estudos anteriores descobriram uma via capaz de proteger o neurônio da morte celular, a via de sinalização da dupla leucina zipper quinase (DLK). Infelizmente, ainda que o bloqueio da via DLK ajude o neurônio a sobreviver, não promove e até inibe a regeneração do axônio. A novidade é um estudo de pesquisadores da Universidade da Califórnia em que eles afirmam terem identificado uma estratégia bem mais promissora. A utilização de telas de alto rendimento permitiu experimentar e triar milhares de moléculas e determinar sobre que enzimas agiam. Com isso, foi identificada uma via como forte candidata a promover sobrevivência neuronal e regeneração axonal. Testada em células ganglionares retinais derivadas de células-tronco humanas (hRGCs), a estratégia se mostrou promissora.


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