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Identificado mecanismo de resistência do melanoma à imunoterapia


Um estudo de pesquisadores da Universidade de Vermont fez uma importante descoberta sobre interações existentes entre microbioma intestinal e esclerose múltipla (EM), reservando ainda um relevante alerta sobre o uso de probióticos. Segundo o artigo, um componente habitual do microbioma intestinal muito utilizado em probióticos, o Lactobacillus reuteri, aumentou a gravidade de doença neurológica semelhante à EM em modelo de rato, mas apenas em animais geneticamente suscetíveis.


Em verdade, os pesquisadores utilizaram animais portadores de encefalomielite autoimune experimental (EAE) contendo diversos perfis genéticos (29 genótipos), alguns com alta e outros com baixa suscetibilidade à EAE. A EAE é um consagrado modelo animal de estudo da EM. Isso permitiu avaliar a interação de diversos componentes do microbioma com cada perfil genético e suas interações com a doença neurológica. Os pesquisadores alegam que seus resultados apontam para a necessidade de intervenções terapêuticas semelhantes levarem em consideração fatores como a microbiota de base, o tempo de exposição e a genética do indivíduo.


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