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Método de triagem confere danos ao DNA para calcular risco de melanoma


Apenas 30% dos melanomas surgem de manchas preexistentes na pele. Os 70% restantes são resultado de uma complicada equação que envolve fatores como níveis cumulativos de exposição ao sol, doses máximas e tempos de exposição ao longo da vida, tonalidade da pele, capacidade de bronzeamento e capacidade de reparo do DNA.


Infelizmente, a contribuição de cada fator em um caso particular é impossível de definir. Como exemplo dessa complexidade, basta citar que os locais mais frequentes de melanoma não são regiões de pele cronicamente expostas ao sol, mas locais expostos de forma intermitente, como costas e coxas. No entanto, pesquisadores da Universidade da Califórnia agora inovam e afirmam que há um componente chave do risco de melanoma que pode ser identificado e quantificado.


Resumidamente, foi desenvolvido um método para a identificação de mutações relacionadas ao melanoma utilizando expansão clonal e sequenciamento de célula única. Com os resultados obtidos em um conjunto de 133 células retiradas de 6 pessoas com e sem história de melanoma, os pesquisadores acreditam terem construído um método que querem evoluir para um simples e acessível teste de triagem de risco.


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