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Reprogramação de células gliais em neurônios funcionais recebe novo impulso


Parte das doenças neurológicas provoca sintomas devido à morte de neurônios. Esse é o caso nos traumatismos e no acidente vascular cerebral. O problema central é que a perda de neurônios normalmente é definitiva, o que provoca sequelas irreversíveis.


Uma vez que não há como recuperar neurônios mortos, uma abordagem vista como promissora nessas situações é a reposição dos neurônios perdidos. Para essa reposição, um dos métodos propostos é a reprogramação de células da glia, ou seja, a indução da transformação de células gliais em novos neurônios. O problema é que as técnicas atuais de reprogramação resultam em uma perda massiva de células gliais durante o processo e na efetiva produção de pouquíssimos neurônios funcionais.


A novidade é que pesquisadores da Helmholtz Zentrum München e da Ludwig Maximilians University Munich descobriram no papel das mitocôndrias um fenômeno que pode ser abordado e assim acelerar a reprogramação e melhorar sua eficácia até um aumento de 300% no número de neurônios funcionais resultantes.


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