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Terapia combinada pode combater melhor alguns cânceres agressivos


Estudos anteriores já demonstraram a importância da super ativação da via da proteína quinase ativada por mitogênio (MAPK) para o desenvolvimento de muitos cânceres humanos, inclusive alguns muito agressivos como o melanoma.


O MAPK é responsável pela conversão de sinais extracelulares em respostas intracelulares. Até o momento, as terapias para inibição de MAPK mostraram algum efeito apenas em tumores contendo mutação no gene BRAF e ainda assim costuma surgir resistência.


Agora, pesquisadores da Universidade da Califórnia (Los Angeles) afirmam que uma terapia combinada foi eficaz contra o melanoma mutante BRAF e outras forma agressivas de câncer, incluindo melanoma, pâncreas, cólon e pulmão que abrigam mutações comuns em genes de câncer chamados RAS ou NF1. O efeito desejável da combinação medicamentosa experimentada versa sobre a anulação de um efeito MEKi que inibe a resposta de células T.


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