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Teste para infecções em um chip pode dar mais mobilidade ao diagnóstico


Fazer um teste para diagnosticar etiologicamente uma infecção pode ser algo bem trabalhoso. Geralmente, requer o deslocamento até uma clínica, o fornecimento de uma determinada amostra (sangue, fluidos ou tecidos) e a espera de um tempo que pode até mesmo durar alguns dias. Além disso, toda a estrutura necessária para a realização desse tipo de teste pode não estar disponível, principalmente em regiões mais isoladas.


A novidade é que pesquisadores do Imperial College London estão trabalhando para tornar esse tipo de tecnologia mais barata, disponível e portátil. Para isso, a equipe construiu um pequeno chip de silício que contém componentes para a realização automática de testes de reação em cadeia de polimerase (PCR). A tecnologia foi utilizada com sucesso para diagnosticar infecções em modelos animais. Se também validada em amostras humanas, pode tornar a investigação de rastreio infeccioso mais barata, rápida e acessível.


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