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Eletroconvulsoterapia deve ser considerada para idosos internados com depressão


A eletroconvulsoterapia (ECT) consiste na aplicação de estímulos elétricos no cérebro de pacientes sob anestesia geral com intuito de gerar uma convulsão. A ECT aumenta a liberação de dopamina, serotonina e noradrenalina, potencializando seus efeitos por meio da dessensibilização pré-sináptica de autorreceptores.


Embora nem todos os aspectos envolvidos na ECT sejam conhecidos, o método é considerado seguro e eficaz em algumas condições psiquiátricas, especialmente a depressão resistente aos medicamentos. Infelizmente, o método também sofre estigmatização, o que faz com que apenas 0,25% dos pacientes aptos recebam seus benefícios.


A novidade é que pesquisadores da Universidade de Yale afirmam que o método apresenta vantagens em pacientes idosos internados por depressão e deve ser mais considerado para esse tipo de paciente.


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