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Estudo com dados humanos mostra evolução do Alzheimer diferente do que se pensava


A proteína tau é, ao lado da beta-amiloide, uma das proteínas-chave na evolução da doença de Alzheimer (DA).


Grande parte dos esforços de pesquisa em torno de tratamentos para a DA visa inibir a formação dos agregados proteicos que levam à morte neuronal.


Nesse contexto, o melhor conhecimento sobre a disseminação desses agregados é essencial para o desenvolvimento de novas estratégias.


Até o momento, evidências de modelos animais sugerem que os agregados tau surgem em um ponto do cérebro e se disseminam para as demais regiões.


Um novo estudo de pesquisadores da Universidade de Cambridge acaba de afirmar que a disseminação cerebral dos agregados ocorre de forma diferente do que se imaginava.


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