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Estudo de visão protética contra degeneração macular mostra resultados além do esperado


A degeneração macular relacionada à idade (DMRI) é a principal causa irreversível de perda visual. Sua incidência aumenta após os 60 anos e seu auge é acima dos 80, quando acomete até 15% dos indivíduos.


Os tratamentos atualmente disponíveis visam os vasos que invadem a retina e bloqueiam a visão, mas seguem com resultados limitados apenas a retardar o processo.


No ano de 2020, uma equipe da Universidade de Stanford propôs um tratamento que envolvia o implante na retina de um chip pixelado de 2x2mm que converteria as imagens em impulsos elétricos para o cérebro. Além disso, um dispositivo de realidade aumentada similar a um par de óculos transmite as imagens captadas do meio para o chip na retina.


Se à época todos os 4 pacientes com DMRI e prótese funcional alcançaram evidências convincentes de percepção visual na retina (linhas e letras), a novidade é que os autores agora afirmam que o acompanhamento a longo prazo revelou resultados ainda melhores que o esperado.


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