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Estudo identifica biomarcadores cutâneos da doença de Parkinson


Pesquisadores da Universidade de Manchester anunciaram a possibilidade de que a doença de Parkinson (DP) possa brevemente ser diagnosticada e até acompanhada por meio de um simples e não invasivo teste cutâneo. Um dos desafios criados pela DP é o seu diagnóstico, já que é uma doença insidiosa e de progressão lenta.


Embora exames de imagem possam quantificar a perda de neurônios dopaminérgicos, o mesmo pode ser visto em outras doenças, não sendo um achado específico. Na prática, o diagnóstico habitualmente é feito pelo neurologista a partir da constatação clínica da presença de um grupo de sintomas (bradicinesia, tremor de repouso, rigidez e instabilidade postural). Contudo, esse atraso faz com que o diagnóstico formal de DP venha quando já há uma considerável perda dos neurônios dopaminérgicos de cerca de 60%.


O artigo da equipe de Manchester conta que o diagnóstico da DP foi buscado no sebo produzido pela pele, onde certos metabólitos estão em concentrações específicas nos doentes. Além disso, a modificação dessas moléculas durante a evolução da DP também pode ser monitorada e ajudar no acompanhamento.


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