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Estudo identifica nova causa genética de perda auditiva


A audição dos mamíferos requer que o som seja reconhecido por células ciliadas mecanossensoriais que são ativadas por estímulos vibratórios ao longo do duto coclear. Alterações genéticas ou ambientais que modifiquem as condições em que ocorre o estímulo das células ciliadas podem ser causa de perda auditiva. De acordo com números do Center for Diseases Control, entre 50 e 60% da perda auditiva em crianças pequenas tem a genética como causa.


A novidade no tema é um estudo de pesquisadores da Universidade da Pensilvânia descrevendo uma inédita causa genética de perda auditiva. No estudo, um modelo murino foi projetado para não expressar um gene preservado por humanos e assim observar os efeitos de sua perda de função.


A perda de função do gene provocou deficiência auditiva severa nos camundongos, apesar das células acometidas preservarem o aspecto habitual. Testes funcionais, por fim, mostraram que a ausência do gene levou a uma alteração qualitativa da função exercida pelo conjunto de células afetadas, interferindo na propagação do estímulo sonoro.




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