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Estudo indica que ciclo circadiano do Plasmódio pode se tornar alvo terapêutico


Um estudo desenvolvido por pesquisadores da Universidade do Texas e publicado na Science derruba uma crença sobre o parasita da malária e afirma que o novo conhecimento pode indicar novas oportunidades de tratamento. Acreditava-se que os parasitas seguissem o ciclo circadiano de seus hospedeiros para se desenvolverem. Em 2017, a mesma equipe de pesquisadores descobriu que isso não era verdade para o parasita da doença do sono, que possui seu próprio ritmo biológico. No ano seguinte, eles demonstraram que o parasita modifica o relógio biológico do hospedeiro humano, fazendo-o dormir durante o dia. Essa descoberta fez os pesquisadores considerarem a malária um campo promissor de procura por causa do ritmo dos picos febris causados por hemólise a cada 24, 48, ou 72 horas, a depender da espécie de Plasmodium.


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