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Estudo relaciona quimioterapia ao surgimento de recaída na leucemia infantil


A leucemia linfoblástica aguda (LLA) é a forma mais comum de câncer infantil, respondendo por um terço das neoplasias malignas em pacientes pediátricos. A quimioterapia contribuiu para aumentar as taxas de sobrevivência dessas crianças e permanece como um dos pilares do tratamento da LLA. Entretanto, alguns pacientes evoluem com resistência aos medicamentos e recaídas, que são a principal causa de morte na LLA.


Até agora, não se sabe se as mutações que promovem a resistência aos quimioterápicos são preexistentes ou se desenvolvem no curso da doença. Entretanto, um estudo de pesquisadores norte-americanos, chineses e alemães baseado em análises genômicas e funcionais afirma ter resolvido essa questão.


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