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Estudo sugere como depressão pode acelerar envelhecimento e encurtar a vida


Com o passar do tempo, o transtorno depressivo maior (TDM) vem deixando de ser encarado apenas como uma doença do comportamento e passando a ser visto como um processo biológico com amplos efeitos. A presença de TDM foi relacionada com maior frequência de doenças do envelhecimento e mortalidade prematura. Uma vez que tal relação é mantida após ajustes por fatores como suicídio e hábitos de vida, a pesquisa foi direcionada para a investigação dos mecanismos envolvidos.


A novidade é que pesquisadores da Universidade da Califórnia afirmam que o TDM acelera o envelhecimento por um mecanismo epigenético. O artigo da equipe conta que a estratégia utilizada no estudo foi sequenciar e comparar o DNA de pessoas com e sem TDM. As amostras foram submetidas ao GrimAge, um relógio biológico construído a partir de marcos de metilação do DNA durante o envelhecimento habitual.


No estudo, os índices do GrimAge foram mais altos nos indivíduos com TDM, significando uma média de envelhecimento em relação à idade biológica 2 anos maior que a dos controles. No momento, a ideia é investigar se intervenções terapêuticas voltadas ao TDM podem reverter esse processo epigenético.


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