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Estudo sugere melhor metodologia de monitoramento de recidiva na leucemia pediátrica


Crianças e adolescentes com leucemia linfoblástica aguda (LLA) passaram a ter um tratamento eficaz à disposição. O tisagenlecleucel (TGC), uma terapia com células T receptoras de antígeno quimérico (CAR-T) visando o receptor CD19, leva à remissão completa em 80% dos casos. Entretanto, 50% dos pacientes com remissão acabam tendo uma recidiva e necessitando de terapia adicional.


Desta forma, é patente a necessidade de métodos capazes de prever a recidiva em tempo de evitá-la com novas intervenções. Agora, pesquisadores da Universidade de Utah e colegas da Universidade da Pensilvânia acreditam ter encontrado uma metodologia consistente para este fim.


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