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Farmacogenômica aplicada à escolha correta de antiagregantes plaquetários


Procedimentos de intervenção coronária percutânea (ICP) contam com a prescrição de antiagregantes plaquetários para evitar eventos isquêmicos graves. Os fármacos preferidos para a função são os inibidores P2Y12, que agem impedindo a ligação da adenosina difosfato nos receptores P2Y12 na membrana plaquetária.


O maior representante desta classe de medicamentos é o clopidogrel, mas existem seus sucessores ticagrelor e prasugrel. Visto que o custo desses medicamentos é bem diferente e que organismos individuais reagem de formas diferentes a determinado fármaco em função da genética, como definir a melhor droga a ser prescrita para cada paciente na vigência de ICP?


Segundo um grupo de pesquisa liderado por integrantes da Mayo Clinic e da Universidade de Toronto, a solução está em um simples teste genético de triagem. Um artigo recente do grupo utilizou uma grande meta-análise sobre o tema para advogar a utilidade clínica dos testes de função do gene CYP2C19 como melhor forma de determinar o inibidor P2Y12 a ser prescrito em procedimentos de ICP.


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