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Identificada assinatura gênica associada à malignização de lesões precursoras no esôfago


Embora raro, o câncer de esôfago (CE) gera cerca de 20.000 novos casos por ano nos EUA, sendo um importante desafio de saúde em função de sua agressividade.


No estágio atual do diagnóstico e tratamento, a sobrevida em 5 anos gira em torno de apenas 20% dos casos, deste modo, esses tumores são exemplos práticos em que um diagnóstico efetivamente precoce poderia melhorar esse panorama.


É exatamente neste sentido um estudo recente de pesquisadores do Fred Hutchinson Cancer Research Center que encontraram uma assinatura genética associada a um ponto crítico na patogênese da doença.


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