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Inteligência artificial constrói classificação funcional de esclerose múltipla


A esclerose múltipla (EM) é a principal causa neurológica de deficiência em jovens e ocorre em função do ataque do sistema imune à bainha de mielina dos neurônios. Atualmente, a classificação da doença é clínica, com apoio em imagens, havendo o tipo recorrente e o tipo progressivo. Basicamente, isso se dá em função da capacidade de reparo após cada crise e do acúmulo de sequelas, não registrando relação com os mecanismos fisiopatológicos da doença.


A novidade é que um grupo de pesquisadores da University College London anunciou o desenvolvimento de um algoritmo de inteligência artificial (IA) que foi capaz de diferenciar três subtipos da doença com características fisiopatológicas também distintas.


O novo algoritmo, o SuStaIn, foi alimentado com imagens de 6.322 pacientes com EM e identificou 3 diferentes padrões de doença norteados pelas primeiras alterações surgidas na RMN. De forma bem vinda, quando confrontados com dados clínicos, os 3 novos subtipos mostraram diferenças relativas à atividade da doença, progressão da incapacidade e resposta ao tratamento.


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