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Inteligência artificial pode aprimorar o diagnóstico do autismo


Apesar de o transtorno do espectro autista (TEA) ser uma das anormalidades do desenvolvimento mais comuns, afetando cerca de 1:50 crianças nos EUA, o seu diagnóstico definitivo ainda representa um desafio.


Na falta de testes bioquímicos ou genéticos, o diagnóstico é feito por meio do exame comportamental da criança e uma entrevista estruturada com os pais, o que envolve grande grau de subjetividade. Exatamente por isso, essa metodologia pode produzir resultados falsos positivos ou deixar passar casos de TEA ao associar os sintomas com outras patologias.


O resultado inevitável é um grande número de crianças que têm o diagnóstico atrasado e não recebem o estímulo crítico ao seu desenvolvimento no tempo adequado.


A novidade é que um grupo de pesquisadores da University Of Southern California afirma que um teste baseado em inteligência artificial (IA) pode ajudar a mudar esse panorama.


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