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Levando a ressonância magnética do diagnóstico para o tratamento do câncer


O glioblastoma multiforme (GBM) é a forma mais comum de câncer cerebral. Atualmente, o principal pilar de tratamento do GBM é a ressecção cirúrgica. Infelizmente, esse tipo de neoplasia é indolente e costuma recorrer com frequência e precocidade, resultando em uma sobrevida após a cirurgia entre 12 e 18 meses.


A ressonância magnética (RM) é um método de imagem inestimável para o diagnóstico e o acompanhamento desse tipo de lesão.


A novidade é que pesquisadores da University College London estão aproveitando essas qualidades da RM para utilizá-la também como um promissor agente terapêutico para o GBM e outras neoplasias.


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