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“Maratonar” filmes e séries de TV podem aumentar o risco de tromboembolismo venoso


A doença cardiovascular aterosclerótica (DCV) e o tromboembolismo venoso (TEV) são condições que partilham fatores de risco, como obesidade e tabagismo, além das mesmas vias fisiopatológicas envolvendo dislipidemia, hipercoagulabilidade e ativação plaquetária.


Há muito tempo, essas doenças são associadas a condições de mobilidade reduzida, como o pós-operatório e longas viagens. Mais recentemente, foi incluída nesse rol a “trombose do gamer”, relacionada ao hábito de jogar em dispositivos eletrônicos por várias horas.


A partir de 2020, com a pandemia, parte da humanidade incorporou outro hábito, fruto do isolamento social, que consiste em assistir filmes e séries de televisão por muitas horas.


A novidade é que pesquisadores da Universidade de Bristol afirmam que o hábito também tem o potencial de aumentar o risco de TEV.


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