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Metabolismo do colesterol é chave para tratar algumas doenças neurológicas


O sistema nervoso central concentra 25% do colesterol do corpo para que os oligodendrócitos suportem a produção e manutenção da bainha de mielina dos neurônios. Para fazer essa função, os oligodendrócitos tanto sintetizam seu próprio colesterol, como captam colesterol externo a partir dos astrócitos.


Agora, pesquisadores da Universidade Nacional de Cingapura afirmam terem desvendado um mecanismo crítico para a manutenção da função dos oligodendrócitos e que sua disfunção se relaciona com graves doenças neurológicas como a esclerose lateral amiotrófica (ELA) e a demência frontotemporal (DFT).


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