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Mitocôndrias podem ser a chave de uma terapia eficaz no autismo


O transtorno do espectro autista (TEA) engloba uma série de sintomas neurológicos, como baixa interação social, comportamentos repetitivos, interesses restritos e alterações no eletroencefalograma (EEG). Pesquisas revelaram centenas de mutações relacionadas ao aparecimento da doença, o que dificulta a busca por uma terapia unificada.


Mais recentemente, entretanto, alterações no funcionamento mitocondrial dentro do tecido cerebral têm sido propostas como tendo relação com a doença. Pesquisadores do Children's Hospital of Philadelphia compartilham da mesma percepção e resolveram tentar comprovar sua hipótese.


Estudos em camundongos especialmente projetados para apresentarem deficiência na respiração mitocondrial mostraram que os animais desenvolveram alterações fenotípicas típicas de TEA, o que pode dar caminho ao surgimento de uma visão e terapias unificadoras para esses pacientes.


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