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Níveis de proteína específica podem identificar doença arterial periférica


Estima-se que a doença arterial periférica (DAP) acometa 12 milhões de indivíduos nos EUA. Nesse grupo, 10% evoluirão para a forma mais grave da doença, a isquemia crônica ameaçadora de membros (ICAM). Assim como ocorre na doença arterial das artérias coronárias e carótidas, a DAP resulta da obstrução do fluxo sanguíneo por placas ateromatosas.


A novidade é que pesquisadores da Universidade de Washington afirmam que os níveis circulantes de uma proteína específica podem indicar com precisão a ICAM, permitindo tratamento agressivo e em tempo adequado desses pacientes.


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