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Nova abordagem encontra pontos críticos no DNA para identidade e função neuronal


O envelhecimento submete o material genético a constantes agressões. Com isso, os danos ao DNA ocorrem de maneira aleatória e seria de se esperar que a resposta de reparo mostrasse o mesmo padrão. Os neurônios, por possuírem pouca capacidade de reposição, estão entre as células mais longevas e, por isso, mais expostas a danos ao DNA.


O sistema de reparo, que costuma perder sua eficácia com o envelhecimento, é crítico para a manutenção da normalidade da função neuronal. A novidade é que pesquisadores do Instituto Salk descobriram que os neurônios possuem um requintado sistema de priorização no reparo ao dano de DNA que em nada se assemelha ao reparo aleatório.


Utilizando um novo método de sequenciamento que busca regiões de reparo em vez de dano, o grupo evidenciou regiões prioritárias de reparo. A análise proteômica dessas regiões relacionou as proteínas ali codificadas com itens de interesse para a pesquisa clínica, algo que pode levar a novas estratégias de tratamento.


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