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Nova metodologia pode permitir o diagnóstico precoce de Parkinson por meio da ressonância


A doença de Parkinson (DP) é a segunda causa mais comum de demência no mundo, ficando atrás apenas da doença de Alzheimer.


A perda progressiva dos neurônios dopaminérgicos que caracteriza a doença resulta em progressivos déficits motores e cognitivos que comprometem enormemente a independência e a qualidade de vida dos portadores.


Também não há hoje um método que permita o diagnóstico precoce, o que ocorre apenas com a patologia estabelecida e dificulta até mesmo a pesquisa de abordagens preventivas.


Esse infeliz panorama pode estar para mudar a partir de estudo recente de pesquisadores da Universidade Hebraica de Jerusalém que anunciaram o desenvolvimento de uma nova abordagem de ressonância magnética.


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