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Nova modalidade de imunoterapia contra hepatite B tem múltipla ação sobre a doença


A infecção pelo vírus da hepatite B (VHB) tem o inconveniente de poder se tornar crônica. Uma vez que isto ocorre, pode sobrevir a insuficiência hepática por cirrose, ou pode surgir o carcinoma hepatocelular (CHC). Sendo assim, é primordial a supressão viral de longo prazo, o que atualmente é feito com os análogos nucleosídeos. Contudo, essas drogas não conseguem inibir por completo a expressão de antígenos virais e apresentam uma série de efeitos colaterais. Outro ponto importante é que as células T, habitualmente indispensáveis no combate a vírus e tumores, são disfuncionais nessas doenças. Com esse panorama, um grupo de pesquisadores da University College London anunciou o desenvolvimento de uma estratégia com perfil terapêutico inédito.


Inspirados em estudos anteriores em camundongos, os pesquisadores testaram contra a hepatite B uma droga aprovada para o controle do colesterol. Curiosamente, o fármaco mostrou espectro de ação inédito nas atuais drogas contra hepatite B, atuando contra os VHB em mais de uma frente.



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