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Novo estudo associa resistência insulínica e risco aumentado de depressão


O transtorno depressivo maior (TDM) é a principal causa de deficiência no mundo, com uma incidência estimada perto de 20% da população ao longo da vida. Outro complicador é o fato de o tratamento do TDM com as drogas disponíveis não alcançar eficácia satisfatória em parcela relevante dos pacientes. Nesse contexto, o ideal seria prevenir o transtorno, o que implica necessariamente identificar seus fatores de risco.


A novidade é que pesquisadores da Universidade de Stanford, que trabalharam em associação com colegas da Universidade de Amsterdam, anunciaram a identificação de um possível fator de risco modificável para o TDM.


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