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Novo estudo pode reabilitar as glitazonas para pacientes com diabetes tipo 2


O diabetes tipo 2 (DM2) ocorre quando o corpo passa a não mais responder às quantidades de insulina secretadas pelo pâncreas como resultado da sobrecarga energética resultante de uma dieta hipercalórica e estilo de vida sedentário.


O tratamento do DM2 tem como pilares modificações de estilo de vida focadas em alimentação e atividade física, além de uma série de fármacos hipoglicemiantes.


As tiazolidinedionas (glitazonas) foram introduzidas no arsenal terapêutico contra DM2 na década de 1990 por seus efeitos na melhora da sensibilidade à insulina. Entretanto, essa classe de drogas perdeu popularidade por provocar efeitos colaterais como o ganho de peso.


Agora, pesquisadores da Perelman School of Medicine da Universidade da Pensilvânia afirmam ser possível reabilitar as glitazonas.


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