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O papel do cirurgião-dentista no diagnóstico precoce da leucemia


O câncer é o principal problema de saúde pública no mundo e já está entre as quatro principais causas de morte prematura (antes dos 70 anos de idade) na maioria dos países. A incidência e a mortalidade por câncer vêm aumentando no mundo, em parte pelo envelhecimento, pelo crescimento populacional, como também pela mudança na distribuição e na prevalência dos fatores de risco de câncer, especialmente aos associados ao desenvolvimento sócio-econômico (BRAY et al., 2018).


A leucemia constitui um grupo de doenças malignas, complexas e diferentes entre si, com produção excessiva e progressiva de leucócitos, que surgem no sangue em formas imaturas, com estimativa de 10.810 novos casos, sendo 5.920 homens e 4.890 mulheres no triênio 2020/2022, no Brasil. Estimativa do Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva (INCA).


A etiologia da maioria das leucemias é incerta, mas existem evidências para alguns fatores de risco como exposição à radiação ionizante e outros tipos de radiação eletromagnética, além de exposição química.


O diagnóstico da leucemia é dado pela identificação de células hematopoiéticas anormais no sangue periférico e medula óssea, por isto se torna muito importante que o profissional dentista saiba ler o hemograma, especialmente a série branca.


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