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O paradoxo do cálcio nas artérias coronárias e o que se deve fazer a respeito


As doenças cardiovasculares (DCV) são a principal causa de morte no mundo. Dentre as principais estratégias de redução do risco cardiovascular em indivíduos assintomáticos é possível citar o uso de estatinas e a orientação para a prática de atividade física. Esta última é recomendada por 150-300 minutos/semana (moderada) ou 75-150 minutos/semana (intensa) para promoção da saúde cardiovascular e metabólica.


A inesperada novidade é que pesquisadores da Universidade de Seul afirmam que a atividade física também pode, paradoxalmente, elevar a pontuação de cálcio da artéria coronária (CAC), um preditor do risco futuro de DCV.


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