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Perfil do microbioma intestinal pode prever resposta ao tratamento com estatinas


A hipercolesterolemia é um importante fator de risco cardiovascular e seu tratamento atual tem como pilar farmacológico principal a prescrição de estatinas.


Esses medicamentos demonstraram reduzir efetivamente os níveis de colesterol, reduzindo os riscos de infarto e acidente vascular cerebral.


Contudo, a redução do colesterol em resposta às estatinas varia entre os indivíduos e os efeitos colaterais incluem o aumento de risco de desenvolver diabetes tipo 2.


Até o momento, acreditava-se que o determinante para essa variabilidade na resposta ao tratamento com estatinas era a carga genética do indivíduo.


Entretanto, um novo estudo de pesquisadores do Institute for Systems Biology afirma que o perfil do microbioma intestinal também influencia o tipo de resposta às estatinas.


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