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Plasil e outros antidopaminérgicos associados a maior risco de AVC em estudo


Por muito tempo os antieméticos antidopaminérgicos (AAD) vêm sendo utilizados para aliviar náuseas e vômitos associados a enxaqueca, quimioterapia, radioterapia e ao pós-operatório.


Outra classe de fármacos com ação antidopaminérgica, os antipsicóticos, foram associados a maior risco de acidente vascular cerebral (AVC) isquêmico, mas não se sabe se tal efeito se estende a outros antidopaminérgicos.


Com a intenção de sanar essa lacuna, pesquisadores franceses do Institut Pierre Louis d’Epidémiologie et de Santé Publique, da Universidade de Bordeaux e do Hospital Central Universitário de Bordeaux se propuseram a estimar o risco de AVC com o uso de AAD em um cenário de mundo real.


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