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Pré-eclâmpsia aumenta o risco de acidente vascular cerebral mais tarde na vida


A pré-eclâmpsia (PE) é uma condição exclusiva da gestação na qual a mulher apresenta aumento dos níveis tensionais, edema e habitualmente proteinúria. A PE pode evoluir para quadros mais graves, como eclâmpsia e síndrome HELLP, figurando entre as principais causas de morte materna.


O tratamento de consenso para a PE é a interrupção da gestação, embora o risco da doença possa se estender até os primeiros 10 dias de puerpério. Agora, uma nova pesquisa da Universidade de Utah reforça outros estudos recentes e sugere que os efeitos da PE podem não se encerrarem no puerpério imediato, mas se estenderem por anos, culminando em um aumento do risco de acidente vascular cerebral (AVC) mais tarde na vida.


O estudo investigou dados de uma coorte de outro estudo, encontrando um risco significativamente maior de AVC posterior em mulheres com histórico de PE. Segundo a equipe, são necessários novos estudos que incluam variáveis não incluídas na coorte estudada e que investiguem os mecanismos envolvidos no maior risco de AVC posterior.


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