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Próteses de retina consideradas eficazes estão próximas dos primeiros testes em humanos


A cegueira causada pela perda das células fotorreceptoras da retina tem como o tratamento mais promissor proposto a implantação de próteses retinianas capazes de estimular os neurônios funcionais restantes e criar um tipo de visão artificial. Entretanto, os implantes de retina testados até o momento estão longe de fornecer visão suficiente para o que é considerada uma vida normal.


Está estipulado que esse objetivo é possível com campo visual acima de 40 graus, mas os implantes conseguem apenas algo em torno de 20 graus. Em função disso, pesquisadores da École Polytechnique Fédérale de Lausanne trabalham desde 2015 no desenvolvimento de um implante retiniano mais eficaz.


O protótipo suíço é composto de um par de óculos com uma câmera e um microcomputador embutidos, além do implante em si, com 10.500 eletrodos para estimular a retina. A imagem capturada pela câmera é processada no computador e aciona os eletrodos para estimularem a retina e gerarem a imagem. A tecnologia está pronta para ensaios clínicos e alcançou critérios satisfatórios na qualidade da imagem que será percebida pelos usuários.


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