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Proteoma de células da leucemia linfoblástica aguda revelam nova estratégia de tratamento


A leucemia linfoblástica aguda (LLA) de células T é uma malignidade hematológica que responde por 15% dos casos de LLA. Atualmente, o tratamento padrão da doença, a quimioterapia multiagente adaptada ao risco resultou em uma taxa de sobrevida global superior a 80%.


Infelizmente, cerca de 20% desses pacientes irão apresentar recaída dentro de 4 anos, não sendo recomendada a intensificação do protocolo padrão em função de graves efeitos colaterais. Isto faz com que novas opções terapêuticas para esse grupo seja uma necessidade urgente.


Exatamente neste sentido, pesquisadores do Princess Máxima Center for Pediatric Oncology em colaboração com a Universidade de Amsterdã anunciaram um estudo com uma nova estratégia capaz de sensibilizar a LLA de células T para tratamentos já existentes.


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