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Terapia celular mostra resultados promissores na recuperação do AVC isquêmico


O acidente vascular cerebral (AVC) é a segunda maior causa de mortes no mundo, sendo causado por isquemia na maioria dos casos. Em que pese a grande mortalidade, muitos dos pacientes que sobrevivem passam a conviver com severas sequelas na função motora, fala e cognição. Isto ocorre devido à pequena capacidade de regeneração do tecido neural.


Atualmente, existem apenas dois tratamentos aprovados pela Food and Drug Administration para o AVC isquêmico; o ativador de plasminogênio de tecido recombinante (rtPA) e a trombectomia endovascular (EVT). Para que funcionem, essas terapias devem ser aplicadas em curto espaço de tempo após o evento, sendo este de 3-4,5 horas (rtPA) ou 24 horas (EVT). Na prática, o tratamento chega em momento apropriado para apenas 20% dos pacientes.


A novidade é um estudo de pesquisadores da Universidade Estadual de Ohio em que os autores afirmam terem conseguido reprogramar células da pele para que formem novos vasos sanguíneos no tecido cerebral lesado. Nos experimentos com ratos, são relatados até 70% de reparo tecidual e até 90% de recuperação da função motora nos animais tratados com a técnica.


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