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Terapia combinada forma células persistentes para uso na imunoterapia celular


As técnicas de imunoterapia celular recolhem células do paciente, algumas vezes as modificam geneticamente, multiplicam sua quantidade e então as retornam ao organismo para combater a doença. Normalmente, essas células são as T CD8 efetoras totalmente diferenciadas.


A falta de persistência é uma das principais razões pelas quais as terapias celulares necessitam da fase de expansão, de forma a propiciar uma quantidade de células suficiente para fornecer uma resposta clinicamente significativa.


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