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Terapia combinada se mostra promissora contra a leucemia mielomonocítica crônica


As leucemias resultam da expansão clonal de um determinado tipo de célula progenitora (HSPC) na medula. Com isso, a linhagem clonada domina o panorama celular na medula e no sangue periférico, provocando exaustão dos demais tipos celulares. O transplante de células-tronco hematopoiéticas sadias de doador é uma opção terapêutica importante, mas requer como pré-condicionamento a exaustão dos demais tipos celulares, o que pode resultar em anemia, coagulopatia e infecções.


Uma promessa como opção de tratamento é a terapia conjugando anticorpos monoclonais e drogas citotóxicas (CADs). Entretanto, o desafio é desenvolver anticorpos específicos para direcionar o tratamento para linhagens celulares específicas. A novidade é que pesquisadores da Tokyo Medical and Dental University anunciaram o desenvolvimento recente de um tratamento promissor para leucemia mielomonocítica crônica (LMMC) usando CADs.


No estudo, a equipe descobriu uma proteína específica da linhagem monocítica e desenvolveu um CAD que conseguiu direcionar especificamente esse tipo celular, tratando a LMMC em modelo murino. Além disso, a terapia reduziu tumores sólidos, ao que tudo indica reduzindo a presença dos macrófagos a eles associados.


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