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Terapia genética para Alzheimer explora resiliência neural com bons resultados


Atualmente, a maior parte das pesquisas visando o tratamento da doença de Alzheimer (DA) é direcionada aos característicos acúmulos de proteínas anormais no tecido cerebral, amiloide-beta e tau. A novidade é que um grupo de pesquisadores da Universidade da Califórnia (San Diego) anunciou resultados promissores com uma estratégia de terapia genética visando a resiliência das células neuronais.


O artigo da equipe conta que foi possível preservar a memória e o aprendizado em um modelo murino de DA entregando um gene relacionado à plasticidade neuronal e sináptica. A terapia genética, que utilizou como veículo um vírus adeno associado (AAV), foi injetada uma única vez no hipocampo de ratos de uma linhagem projetados para apresentarem déficits de memória aos 9 meses de idade e alterações de aprendizado aos 11 meses de idade. Os resultados foram considerados promissores e testes clínicos são planejados pela equipe para breve.


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